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Ives Gandra Martins: "Nas ditaduras, não existem advogados livres"

Jurista reflete sobre a importância da advocacia na defesa dos princípios constitucionais e recorda início da carreira em 1957.

5 de fevereiro de 20261 min de leitura2.244 Views
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Por Redação MAEX
Ives Gandra Martins: "Nas ditaduras, não existem advogados livres"
Foto: Foto: Maranhão Hoje
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O renomado jurista e advogado IVES GANDRA MARTINS iniciou uma reflexão profunda sobre o papel crucial da advocacia na preservação do Estado de Direito, defendendo que a liberdade profissional é incompatível com regimes autoritários. Em um artigo, o especialista faz uma afirmação categórica:

Nas ditaduras, não existem advogados livres.

O objetivo do breve artigo é ressaltar a importância da advocacia na efetiva defesa dos princípios constitucionais. Para contextualizar sua análise, IVES GANDRA MARTINS relembra sua longa trajetória profissional, destacando que é advogado desde o ano de 1958. Sua atuação, contudo, começou ainda em 1957, quando trabalhava como solicitador acadêmico.

Naquele período inicial, o solicitador acadêmico estava habilitado para realizar audiências trabalhistas. No entanto, o jurista recorda que havia uma restrição significativa em sua atuação, pois ele estava impedido de interpor recursos para os tribunais regionais. A reflexão de Martins, publicada originalmente pelo Maranhão Hoje, foca na relação intrínseca entre a liberdade profissional e a manutenção dos direitos fundamentais.

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