O presidente da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Rafael Grossi, expressou sua lamentação por não ter o apoio do Brasil em sua candidatura a secretário-geral das Nações Unidas.
A preferência do Brasil é a ex-presidente chilena Michelle Bachelet, patrocinada pelo Itamaraty, deixando Grossi, que tem Javier Milei ao seu lado, sem o apoio do país.
Em entrevista, Grossi manifestou sua insatisfação com a falta de apoio do Brasil, um dos países membros das Nações Unidas.



