O Ministério Público do Trabalho (MPT) ajuizou dissídio coletivo de greve contra o Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários (STTREMA) e o Sindicato das Empresas de Transporte (SET), pedindo que a Justiça do Trabalho determine um reajuste salarial de 6% para encerrar a paralisação do transporte público em São Luís.
A greve, iniciada em 30 de janeiro, paralisou 100% da frota urbana e semiurbana, serviço considerado essencial, e já causa graves prejuízos à população. O MPT critica a ausência da Prefeitura de São Luís nas negociações e pede medidas mais duras para garantir a circulação dos ônibus.
O pedido do MPT marca uma escalada no conflito, pois vai além da determinação de circulação mínima da frota. Agora, a Justiça é chamada a decidir sobre reajuste salarial e benefícios, medida que pode encerrar a greve por decisão judicial. A Prefeitura de São Luís é apontada como responsável por não viabilizar os subsídios necessários e não gerir adequadamente o transporte.



