A regra da desincompatibilização eleitoral deve provocar mudanças no governo federal e em administrações estaduais nas próximas semanas, diante da proximidade das eleições 2026. O mecanismo estabelece prazos para que autoridades que desejam disputar cargos eletivos se afastem das funções públicas.
A desincompatibilização eleitoral é prevista na legislação eleitoral e determina que determinadas autoridades deixem o cargo, de forma temporária ou definitiva, antes de concorrer a um mandato. Os prazos variam de três a seis meses, conforme a função exercida.
Com a aproximação das eleições 2026, o mecanismo já começa a impactar o primeiro escalão do governo Lula. A ministra do Planejamento, Simone Tebet (MDB-MS), anunciou que deve deixar o cargo até 30 de março para disputar as eleições. Outros ministros também podem se afastar nos próximos meses.



